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15/04/2019

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Comunidades Quilombolas realizam atividades no Dia da Consciência Negra

11/20/2016

O 20 de novembro não é uma data comemorativa, mas sim um momento de reflexão sobre as questões do passado e do presente da população negra. Com o intuito de resgatar e valorizar as tradições e a cultura negras, o QUIPEA apoiou diversas atividades relacionadas ao Dia da Consciência Negra.

 

 

Graúna (17 de novembro)

Como forma de demonstrar a contribuição dos negros na formação da identidade cultural do povo brasileiro, a comunidade quilombola de Graúna, no Espírito Santo, organizou uma apresentação de capoeira para refletir sobre o 20 de novembro.

 

Rasa (18, 19 e 20 de novembro)

O quilombo da Rasa, em Búzios, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, dedicou três dias aos eventos referentes ao Dia da Consciência Negra. No primeiro houve uma palestra sobre empoderamento e a questão das mulheres negras quilombolas da comunidade. O segundo dia contou com pratos típicos da culinária quilombola, como bolinho de peixe, doces e feijoada. No último dia do evento foram realizadas uma oficina de turbante e uma apresentação de capoeira, além da contação histórias com Dona Uia e Gessiane Ambrósio.

 

Maria Joaquina (19 e 20 de novembro)

No Quilombo de Maria Joaquina, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, o 20 de novembro foi lembrado com uma apresentação cênica e com oficinas de turbante, capoeira e pintura. Em seguida foi realizada uma mesa redonda onde foi discutido o que é ser quilombola e o que é um quilombo. O evento terminou com a apresentação de um grupo de dança formado por jovens quilombolas.

 

Deserto Feliz (19 de novembro)

O evento da comunidade quilombola de Deserto Feliz, em São Francisco do Itabapoana, no Norte Fluminense, ocorreu na escola municipal da comunidade. Houve uma apresentação de jongo e um jantar. As crianças que estudam na escola fizeram um painel sobre o dia da Consciência Negra.

 

Barrinha (19 e 20 de novembro)
Os quilombolas da comunidade de Barrinha, em São Francisco do Itabapoana, realizaram diversas atividades no Dia da Consciência Negra. O 20 de novembro na comunidade teve a palestra “Consciência Negra: suas conquistas e desafios atuais”, ministrada pela coordenadora de articulação do QUIPEA Lucimara Muniz. Fogos de artifício deram as boas-vindas aos convidados, que aproveitaram os shows de forró e de um conjunto gospel. O evento também teve apresentação de jongo da Barrinha e incluiu um desfile quilombola.

 

Preto Forro (20 de novembro)

Localizada em Cabo Frio, o quilombo de Preto Forro realizou diversas atividades relacionadas ao Dia da Consciência Negra.  Foi ministrada uma palestra com o tema “Preconceito e Racismo” e, em seguida, foi realizado o sorteio dos times de futebol convidados para o evento. Ao todo, 10 equipes participaram da competição.

 

Boa Vista (20 de novembro)

Os quilombolas de Mutum, Santa Luzia, Bacurau e Machadinha participaram dos eventos relacionados ao 20 de novembro na comunidade de Boa Vista, em Quissamã, no Norte Fluminense, onde foram recebidos com um café da manhã quilombola. Na sequência houve um show de músicas de raiz e uma partida de futebol. O evento prosseguiu com uma palestra que tinha como objetivo promover o orgulho de ser quilombola. Por fim, foi realizada a 1ª cavalgada da Liberdade, que integrou as cinco comunidades, saindo de Santa Luzia até a Boa Vista. O evento continuou com a banda de forró local.

 

Baía Formosa (26 de novembro)

No quilombo de Baía Formosa, em Búzios, o 20 de novembro foi marcado pelo lançamento do curta-metragem documental Filho da Terra sem Terra, feito pelo Observatório de Búzios. O filme, que teve a parceria de integrantes do quilombo de Baia Formosa, mostra a luta pela reconquista da terra de onde os quilombolas foram expulsos e serve como monitoramento do PEA Observação.  Além disso, o evento contou com duas palestras: a primeira, sobre território, nação e poder, foi ministrada pela representante do QUIPEA Rejane Oliveira. Em seguida, a representante do PEA Observação Isabela Reis e a representante do movimento negro Jacqueline Emília Teixeira falaram sobre empoderamento.

 

Conceição do Imbé (27 de novembro)

O quilombo de Conceição do Imbé, em Campos dos Goytacazes, lembrou o 20 de novembro com leitura de poesias, além da realização de oficina de turbantes. Houve um bate papo sobre cultura, destacando as tradições quilombolas. 

 

Boa Esperança e Cacimbinha (2 de dezembro)

As comunidades quilombolas de Boa Esperança e Cacimbinha, no Espírito Santo, fizeram um diálogo sólido sobre a Consciência Negra. Para tanto, griôs da comunidade, jongueiros e um mestre de Jongo falaram sobre a importância da luta e do resgate do “ser quilombola”. As atividades foram divididas em etapas, sendo a primeira delas o desfile da beleza negra. Em seguida, houve o sarau da poesia, no qual poemas escritos por estudantes das comunidades foram recitados. Os temas dos poemas eram as lutas e conquistas do povo quilombola.

A Presidente da Associação de Moradores Quilombola de Boa Esperança e Cacimbinha, Efigênia Graça dos Santos, falou sobre a importância do momento e de toda a atividade: “A comunidade dialoga diretamente com o meio educacional e é por isso que este momento é necessário. A visibilidade vai além daquilo que imaginamos. O povo é sonhador e a comunidade é participativa. Essa atividade é uma comemoração por poder fazer um diálogo aberto com a comunidade”.

 

Botafogo (3 de novembro)

O quilombo de Botafogo, em Búzios, organizou uma roda de conversa sobre o tema Quilombos, Território e Resistência, onde foram discutidos os processos de titulação e reconhecimento das terras dos quilombos. Em seguida foi servida uma feijoada quilombola e o evento terminou com a apresentação do grupo raízes.

 

Aleluia, Batatal e Cambucá (10 de dezembro)

O Dia da Consciência Negra nas comunidades de Aleluia, Batatal e Cambucá, em Campos dos Goytacazes, no Norte do Rio de Janeiro, foi lembrado com uma visita guiada aos pontos históricos dos quilombos. Além disso, foi oferecido um café típico quilombola com produtos da agricultura familiar.

 

 

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